Recentemente, ao fazer tarefas em plataformas de tarefas, tenho ficado um pouco confuso, parece que não estou jogando na cadeia, mas marcando ponto no trabalho: conectar a qual cadeia, quantas interações, quanto tempo entre elas, quanto saldo deixar na carteira... falando de forma simples, é como alimentar dados para uma “bruxa avaliadora”. As plataformas também são bem difíceis, se não colocam uma barreira de entrada, são invadidas por uma enxurrada de scripts, se colocam, acabam forçando pessoas normais a se tornarem especialistas em controle de ponto.



Quando olho para os dados na cadeia, me preocupo mais com causa e efeito: quanto mais você padroniza o comportamento, mais parece uma impressão digital do mesmo grupo de endereços, e mais fácil fica de serem considerados um mesmo grupo de pessoas; por outro lado, fazer menos, de forma mais aleatória, e não forçar passos só para ganhar pontos, o custo é menor e o resultado mais natural. Recentemente, novas incentivações de L1/L2 puxam o TVL, e usuários antigos reclamando de “minerar, tirar, vender” também não é sem motivo, muitas interações simplesmente não têm suporte de demanda, e no final só sobra uma pilha de atividades para ganhar pontos... por enquanto, assim mesmo, não quero transformar isso em um segundo trabalho.
L160,14%
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