Agora estou cada vez mais convencido de que a segurança deve ser escolhida com base na “quantidade de ativos + tolerância a complicações”… Na semana passada, voltei a tirar a carteira de hardware, no começo era mesmo chato: conectar cabos, confirmar, copiar a frase de recuperação, fazer tudo parecia uma preparação psicológica antes de declarar impostos. Mas, na verdade, para pequenas quantias, é suficiente usar uma carteira quente, e para uma transferência que, se for enviada por engano, vai te deixar sem dormir, a carteira de hardware pelo menos consegue bloquear uma série de assinaturas inexplicáveis.



Ainda estou em dúvida sobre multiassinaturas, que são mais adequadas para situações onde “não é uma pessoa que decide tudo / divisão de fundos”, senão acaba se colocando numa espécie de algema… A recuperação social, por outro lado, é mais adequada para alguém como eu, que costuma perder o telefone e tem medo de frases de recuperação, mas também teme que os “amigos” que encontrou possam desaparecer coletivamente algum dia.

Nos grupos, esses dias, estão falando de regulamentação de stablecoins, auditoria de reservas, e rumores de desancoragem, vendo tudo isso fica difícil não ficar ansioso. Minha estratégia atual é: dividir meus ativos mais usados em três partes, uma para manter frio, outra para limitar o limite, e assim por diante, para não precisar aprender na marra só quando acontecer algum problema.
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